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quinta-feira, 28 de junho de 2012

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Livro Recebido!

Ainda estou nas primeiras páginas! O livro promete! Estou gostando...
Luciana, obrigada pelos mimos, muito fofos, eu tinha um desses trabalhos com areia  que ganhei de uma amiga que passou pela Bahia, tinha o maior xodó, só que chegou um dia que por descuido foi quebrado. Fiquei muito feliz por ganhar outro!



Depois eu volto para dar minha opinião a respeito do livro.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Livro recebido.


Já recebi faz tempo, mas quem disse que achava tempo de vir postar... 
A Menina Di me enviou esses 4 esmaltinhos muito fofos  que eu amei mais que demais, sou doidinha por esmaltes.
Desculpa Meninas pelo sumiço, vou tentar estar mais presente.

Achei muito legal a ideia da Menina Lena de todas que lerem seu livro assinarem, vou fazer isso no meu próximo.
Bjos,

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Mulheres Cheias de Graça: lido!




Esse é um livro bem viajado. Os grifos em amarelo foram feitos pela Cristin, eu presumo, pois ela é a dona do livro. 


Um dos propósitos do clube é que leiamos obras diferentes daquelas a que estamos habitualmente acostumadas. Não faz parte do meu quotidiano ler obras escritas para mulheres cristãs, embora eu leia obras escritas por autores de qualquer religião, em qualquer época. Não tenho preconceito nenhum. Já me emprestaram livros budistas, evangélicos e já li crônicas que relatavam o quotidiano de judeus ortodoxos. Gosto de qualquer coisa que me faça adquirir conhecimento.

Dito isso, é sempre interessante ler um livro que tenha como propósito melhorar a nossa vida. 
Separei os melhores trechos e, dentre eles, fiz uma nova seleção para compartilhar com vocês. 



Em relação ao trecho acima: quantas vezes alguém já tentou te colocar para baixo? Não faça o mesmo. Faça críticas construtivas e crie uma corrente de otimismo e alegria ao seu redor. Gentileza e bondade nunca são demais. 



Medo em excesso é algo que sempre me incomoda. Medo de trovão, medo de chuva, medo de avião, medo de injeção, medo de dentista, medo da morte. Muito medo impede que você seja livre. Não adianta ter medo, um dia um desastre vai acontecer, por mais que você esteja protegida.




Adorei o trecho acima! Dispensa comentários. 


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Garota, Traduzida

Acabei de ler esse livro e recomendo. Eu fiquei torcendo o tempo todo pela menina e jurando que, se o livro não tivesse um final feliz, ia ser jogado na lixeira (pecado!).

O livro é ótimo! Não deixem a capa ou o título enganá-las! Não é literatura juvenil. É sobre uma menina que  emigra para os Estados Unidos e é obrigada a trabalhar numa fábrica para ajudar a mãe a sustentar a casa. 


Confiram parte da resenha (peguei no Skoob):


Quando Kimberly Chang e sua mãe, emigrantes de Hong Kong, se estabelecem numa área pobre do Brooklyn, tem início uma árdua dupla jornada para a menina de 11 anos. De dia, ela luta na escola contra o seu quase total desconhecimento do inglês, superando o preconceito do professor e revelando-se uma aluna determinada em aprender. À noite, ao lado da mãe, trabalha duro numa fábrica de tecidos, desafiando a incredulidade de colegas de escola, confiantes de que "trabalho infantil não existe nos Estados Unidos". Dia após dia, Kimberly lida em silêncio com verdades dolorosas e uma vida de privações. Num apartamento imundo, frio e infestado de ratos, a menina encara um futuro incerto, cujo peso recai sobre seus ombros, em função da deterioração da saúde de sua mãe.

O livro Garota, traduzida é uma história inspirada na vida da autora, que saiu muito jovem de Hong Kong para viver nos Estados Unidos, mas fala também sobre a trajetória de milhares de imigrantes, capturados entre a pressão para vencerem no Primeiro Mundo, suas obrigações para com a família e seus sonhos particulares.


Por falar em livros, estou sorteando um livro e um presente surpresa (nem eu sei o que é) lá no meu blog. Deem uma espiada clicando aqui


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Meu primeiro livro - Teresa

             As minhas lembranças de leitura vêm de muito tempo atrás, quando eu ainda era bem pequena.  Na minha memória, estão muito ligadas aos "gibis" e álbuns de figurinhas antigos.
              Lembro de ficar muito tempo ao lado do meu pai, folheando páginas coloridas, enquanto ele me contava as estorinhas guardadas naquelas revistinhas "mágicas"...  Aos meus olhos de criança, era como viajar num mundo de sonhos!    (  na foto acima,eu,minha avó Fernanda e meus livros  )
             Mas na nossa casa, não havia muitos livros não.  Naquela época, a vida financeira dos meus pais era bem limitada, e com 3 filhos pequenos pra criar, os livros eram considerados ítens de luxo.   Sendo assim, os poucos que por lá apareciam, eram de temas adultos, trazidos da casa de meu avô, onde meu tio (irmão mais velho do meu pai) já era professor de inglês.  E como esse meu tio também adorava ler estórias em quadrinhos (naquele tempo tinha muito Almanaque Disney, Recruta Zero, Fantasma,Mandrake, Turma da Luluzinha...), eram essas revistinhas que encantavam a minha infância!
           E foi mesmo na escola que tive um contato mais "real" com o mundo dos livros, graças também ao esforço de nossa professora,   a querida tia "Wanda",que sempre tinha uma pequenina coleção de livros infantis que "viajavam" pelas mãozinhas dos alunos...  No final do antigo primário, foi ela quem nos presenteou, no Natal, com o livro infantil "A Sementinha Bailarina", meu primeiro livrinho de criança!  Lembro de como fiquei apaixonada por ele, e o levava comigo para todos os lugares... Ele conta a estorinha de uma "semente", e sua difícil aventura, até se tornar uma bela plantinha !  Não é à toa que adoro as plantas até hoje... (Rs...)
        Já no meu primeiro ano de "ginásio" (hoje sexto ano) , quando eu tinha 11anos, foi que eu realmente li o meu primeiro "livro" propriamente dito, quero dizer,  um livro com muitas páginas e "sem figuras", mas cuja estória me encantou e me cativou para sempre ao mundo da literatura: "Memórias de um cabo de vassoura" de Orígenes Lessa, livrinho que conta a terna estória de uma vassoura e sua amizade com um menino... Este guardo, com carinho, até hoje comigo!

       Desde lá para cá, na minha casa hoje cheia de livros, perdi a conta, à muito tempo, dos livros que passaram pelas minhas mãos. E posso dizer que eles são e sempre foram pra mim, fiéis companheiros de aventuras, companhias agradáveis e que tanto me acrescentaram, e acrescentam até hoje,  muito conhecimento e emoção! E sei que foi principalmente por causa deles, que aprendi a semear e a realizar muitos dos meus sonhos... Pois meus livros são pra mim como pequeninas bençãos de Deus no meu caminho!

                                   Meu abraço carinhoso no coração de todas as meninas que leem!!!!
                                                      Teresa
         

terça-feira, 5 de junho de 2012

Primeiros livros

Quando eu propus o desafio, não me dei conta de que teria que respondê-lo. Sério. Quando o pessoal começou a publicar as postagens é que a ficha caiu. Hum, que sinuca de bico. Qual foi o meu primeiro livro?
Claro, foram livros de Seleções, do Reader's Digest!

Reza a lenda que a partir de um aninho eu já riscava todos os livros com caneta Bic, ou qualquer material escrevente que aparecesse. Quem duvidar, apareça aqui em casa e comprove. As edições antigas ainda estão riscadas. Bem, não estão assinadas, por isso eu tenho todo o direito de negar a autoria!

Quando eu comecei a trabalhar, assinei os tais livros de Seleções. Há muitos que ainda não li. Para mim, eles são irresistíveis. Afinal, são 4 livros em 1 volume! 


Ainda lembro de quando meu pai ganhou a Seleta em Prosa e Verso, do Clemente Pinto. Eu tinha uns 3 ou 4 anos e imediatamente roubei o livro dele. Acho que foi o primeiro livro que eu roubei do meu pai. Li todas as histórias vezes sem conta e hoje ele não sai da minha mesa de cabeceira. Até já pensei em comprar uma edição mais nova. Provavelmente, aprendi a ler com esse livro. Ou já sabia? Não lembro. 
As principais histórias que não esqueço: 1) a do menino rico e a do menino pobre: o dinheiro não conta, o estudo é a única coisa que ninguém tira de você; 2) a do apito, ou não gaste o teu dinheiro em coisas inúteis.


Eu me lembro que com 7 anos ganhei 3 livros com os contos dos Irmãos Grimm. Eu li todos os contos (ou quase) direto da versão dos Irmãos Grimm e só depois de adulta fui conhecer os contos de fadas da Disney. Vocês devem imaginar o que eu penso das versões da Disney... não tem absolutamente graça nenhuma. Ainda tenho meus livrinhos e conheço todos os contos, um por um, pois os lia todos os dias. Não me lembro de ter ganho melhor presente naquela época. 

Eu tinha uns 8 ou 10 anos quando mamãe me deu esses dois últimos livros. Infância às avessas? Comecei com os adultos e voltei. Eu os li vezes sem conta. 



E finalmente, com 11 anos, mamãe me apresentou à Agatha Christie. Foi aí que comecei, com a ajuda dela, a montar minha biblioteca. Não preciso dizer mais nada, não é mesmo? 

Livro: Sushi.


Desde que comecei a ler gostei da personagem "Ashling" logo de cara e torci por ela. Gostei muito do livro, prendeu minha atenção e fiquei doida para chegar ao fim, como sempre acontece eu tento adivinhar o final e consegui um pouquinho.

Sushi fala da busca da felicidade, fala de três mulheres que vivem numa mesma cidade cuja as vidas acabam se cruzando, dos erros, dos acertos, e mais, que toda ação tem uma consequência, e que essa consequência pode respingar e muito em quem está na sua volta. 

Uma coisa que gostaria de deixar registrado que tenho percebido na grande maioria dos filmes e livros são o apelo as drogas, fico aborrecida com isso, não acho necessidade em colocar o uso de drogas como se fosse uma coisa banal, a não ser que se esteja direcionado a isso, ou seja tratando do assunto. Apesar de saber que hoje em dia  o uso está escancarado, não vejo o porque de colocar isso em um filme ou livro (mesmo que seja numa única cena ou numa linha) como uma coisa normal que faça parte do cotidiano.

Bjos,



domingo, 3 de junho de 2012

Jane Austen

Tudo começou quando eu postei a foto desses marcadores....


Lembram do post no qual a Ana Cristina nos ofereceu marcadores de páginas bordados?
Ele está aqui.
Os marcadores são esses:


E conversando com a Cristin pelo Face, eu fiquei de identificar todas as personagens. Vamos lá:
Marianne e Elinor = Razão e Sensibilidade
Jane e Elisabeth = Orgulho e Preconceito
Emma = Emma


Quem ainda não escolheu o marcador, pode fazer a escolha de acordo com o livro de sua preferência. 


Lembrando sempre que essas são obras de Jane Austen. Para saber mais, vá no site especializado, em português, clicando aqui


O famoso casal: Elizabeth e Mr. Darcy


Os filmes e séries feitos pela BBC seguem fielmente os livros e estão à venda na Saraiva. Se as séries são lindas e perfeitas para quem não tem muito tempo, os livros são mais baratos. Até há pouco tempo era difícil encontrá-los, mas agora foram lançados em edição de bolso. Parece que Jane Austen está na moda!


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