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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ainda Existem Aveleiras.



A Patty emprestou para Ana Cristina e a Ana Cristina me enviou. Terminei de ler já faz algum tempo e já era para ter postado sobre ele, mas correria daqui e dali... bem, se alguma das "Meninas que Leem" se interessar, posso enviar para ler, é só dizer.

Muito bom o livro, o final me surpreendeu. Bem eu sou daquelas que fica imaginando o final, muitas vezes acerto... mas com esse livro... passei bem longe.
Um livro que passa a mensagem de que sempre é tempo de se fazer algo, de que sempre há um começo, de que sempre vamos achar razões para viver.

Trechos do livro que mais me chamaram a atenção:

"Nossos atos nos acompanham."

"Possuia uma qualidade que aprecio mais do que qualquer outra: a alegria, a estabilidade de humor. Era a mesma ao acordar e ao deitar à noite. Para ela, nada era complicado e aceitava as coisas como estas se apresentavam."

Bjos,
 

sábado, 28 de abril de 2012

Livro: Satíricon



Eu sempre digo que o mundo não muda nunca. As pessoas querem sempre, em suma, as mesmas coisas. Muda a embalagem, mas é sempre a mesma coisa. Os ingredientes principais são os mesmos. Se você acha que esse mundo não tem mais jeito, pensa que esse é o fim dos tempos e não sabe onde vamos parar, bem, leia um livro antigo. Não leia as datas. Leia o livro e depois veja quando ele foi escrito, ou a que época ele diz respeito. Você vai ter uma grande surpresa. 



Eu li Satiricon, escrito por Petrônio nos tempos de Nero. É claro, parece que estou lendo sobre os tempos atuais. Talvez eu já tenha lido muito, e é por isso que nada me surpreende no mundo (bem, algumas coisas ainda me surpreendem).

Eu não sabia bem como descrever o livro, por isso copiei e colei aqui a resenha de um blog especializado. Eu achei interessante e engraçado, mas eu leio qualquer coisa. Menos "Sabrina", "Júlia", Paulo Coelho e revista Caras. Bom, eu leio quase tudo. Pena que grande parte dos capítulos se perdeu no tempo.

Petrônio escreveu o Satíricon com o intuito de ridicularizar a corte do imperador Nero e a alta sociedade romana. Antes que o soberano do império o condenasse à morte ele suicida-se e de pulsos cortados desfruta seus últimos momentos conversando com os amigos sobre os prazeres que a vida proporciona. Desse modo, Petrônio seguiu a ética hedonista até sua derradeira gota de sangue, literalmente. Obra-Prima da Literatura Latina, Satíricon condiz perfeitamente com o estilo de vida adotado por seu autor. Diferentemente do Epicurismo, que prega a procura da felicidade pela prática moderada do prazer, a filosofia iniciada por Eudoxo de Cnido aconselha a busca incessante pelo prazer. A maioria dos personagens da obra são desprovidos de pudor, as práticas orgíacas, heterossexuais e homossexuais são narradas pelo protagonista Encólpio com total desprendimento moral, visto que a visão de mundo cristã que castraria o sexo como elemento essencial e fundamental do e para o ser humano ainda não ameaçava a mundividência pagã. Encólpio nos conta suas aventuras vividas em viagens pela Itália, bem como suas peripécias amorosas com outros dois jovens mancebos, Ascilto e Gitão.

Juntos, o trio de errantes passa por situações de perigo, episódios picantes e outros de muita comicidade, como é o caso do famoso banquete de Trimalquião, sujeito bonachão sempre a pronunciar trocadilhos de péssimo gosto. A cena é uma verdadeira sátira (daí o título do livro) às altas rodas da sociedade romana da época, além de ser um devotado culto dionisíaco. O Satíricon é considerado o primeiro romance realista da Literatura universal, lá estão características que antecipam em muito o que no século XIX comporia a estética realista: exploração social, hipocrisia, dentre outros. Para finalizar, lembremos as palavras do crítico Otto Maria Carpeaux ao explicar porque o romance de Petrônio é tão atual: “O ambiente (...) é o das nossas grandes capitais, da nossa alta sociedade (...). A obra de Petrônio é de estranha e alegre atualidade.”

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/1711530-sat%C3%ADricon/#ixzz1tJBR2vDc


sexta-feira, 27 de abril de 2012

livro!

Amigas!
Trecho do livro 

O despertar da espiritualidade.
de Alcina Ferreira Jorge)

( não é livro de religião)
 
O homem tem nesessidade do amor. Em dar e receber. O amor é o bálsamo da vida.
É ele que afasta as agruras e que torna um sofrimento possível de ser vivido com resignação e coragem e quando somos felizes o amor torna ainda mais intensa, mais profunda essa felicidade.
Somos mendingos do amor. Desde que nascemos.
Quando criancinhas já percebemos com emoção a voz que nos fala docemente, as mãos que nos tocam com ternura, a alma  toda carinho que de nós se aproxima.
É nessa época da existência  que a vida se resume realmente em AMOR!

eu li e adorei!
me ajudou muitooo....muito bom!
alguem já leu???
abraços!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Chegooouuuu!
  quarta feira, e já comecei a ler
adorei o mimo e minhas filhas também.

muito obrigada pelo seu carinho!
qdo terminar a rodada vou lhe mandar mimos feitos por mim .
Abraços!!!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Livro recebido 2ª rodada!



Recebi o livro na semana passada da amiga Diacuy, e junto ela me mandou mimos. Amei amiga, muito obrigada, estão enfeitando minha cozinha! Já comecei a ler o livro, está bem interessante.
Bjos,

terça-feira, 17 de abril de 2012

Coincidências.

Ontem a noite terminei de ler Mensagem no Jardim e hoje chegou o Melância!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Livro recebido: Aprendi Com Minha Mãe.

Olá Meninas que Leem!
Estou muito feliz por estar lendo o segundo livro da rodada, lindo de viver, muita histórias  interessantes contada pelas filhas a respeito de suas mães!
E nele encontrei a Miriam Mehler! Ela foi minha professora de teatro! Já imaginaram o tamanho do meu sorriso!?
E os mimos que recebi me alegraram também!
Ah meninas....estou ficando apegada a vocês!





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